quarta-feira, 29 de maio de 2013

O SUPINO – UMA ANÁLISE CRÍTICA


Não importa se você é menino ou menina, mas tudo que você sempre sonhou foi uma musculatura de peitoral bem trabalhada! Nesse intuito você se deita no banco supino (figuras 1a, 1b e 2), agarra firme a barra, arranca do suporte e começa o movimento de subida e descida do peso. SIMPLES, NÃO É? SÓ QUE NÃO!
Tenho visto muita confusão a respeito de até que ponto se deve descer a barra, em que direção descer, mas na verdade isso é muito pouco perto dos cuidados que se deve ter caso se pretenda continuar a treinar COM OMBROS SADIOS por longos anos! Mais uma vez esbarraremos na necessidade de uma avaliação mecânica inicial bem feita, nesse caso da articulação dos ombros, ou que pelo menos o professor saiba o que observar em seu cliente antes e durante a execução de um supino de modo a garantir o MÁXIMO de estímulo do músculo Peitoral Maior e com o MÍNIMO de risco para a articulação dos ombros. 

A ARTICULAÇÃO DOS OMBROS
Sei é que difícil pensar em 3 DIMENSÕES, mas vamos tentar observar as ilustrações para melhor compreender o que se passa em nossos ombros quando executamos um supino. Pena que aqui não haverá espaço para discursar sobre todas as alterações dos ombros e suas implicações diretas e indiretas na saúde articular dos ombros.
A articulação glenoumeral (articulação do ombro) não está alinhada com a linha lateral do corpo como muitos pensam. Esta se mantém no prolongamento do chamado PLANO ESCAPULAR que está a aproximadamente 30 graus em relação ao tronco. (figura 3). Uma articulação sadia e sem limitações apresenta 135 graus de extensão horizontal de amplitude normal de movimento.
Como já dito em outros artigos, a cabeça do Úmero se encaixa na rasa Cavidade Glenóide e isto nos permite grandes amplitudes de movimento dessa articulação. Num posicionamento normal observamos que 2/3 da cabeça do Úmero está à frente da linha média do Acrômio (figura 3). Quando da avaliação (figura 4) ao se encontrar algo maior que 2/3 da cabeça do Úmero em relação ao Acrômio, isto caracterizará a anteriorização da cabeça do Úmero em relação à Cavidade Glenóide. A isto chamamos de SLIDE ANTERIOR DA CABEÇA DO ÚMERO e este é o principal agente lesivo direto dos ombros e será o nosso foco maior nesse artigo. Os agentes mecânicos responsáveis pelo aparecimento de um SLIDE ANTERIOR são o ENCURTAMENTO da musculatura escapuloumeral (Deltóide Posterior, Infraespinhoso e Redondos Maior e Menor), geralmente associado a uma Abdução das Escápulas e isso acarretando numa restrição (enrijecimento da cápsula posterior do ombros). 
Ahhh... e você ainda acredita que não precisa alongar nada, não é? TOLINHO!!
Caso não faça um alongamento muito bem feito das estruturas encurtadas (figuras 5, 6 e 7) tudo que terá é a constante projeção da cabeça do Úmero de encontro à cápsula anterior e por insuficiência do Manguito Rotador de encontro ao Acrômio também. RESULTADO? Lesões por Síndrome de Impacto dos tendões do Supraespinhoso e/ou porção longa do Bíceps Braquial e/ou Subescapular.
Tem gente agora que deve estar pensando... Putz, Prof. e como vou saber se meu cliente ou eu, tem ou tenho “esse troço” aí? FACERS parem de lado para o espelho e observem com cuidado o desenho de seus ombros. Nas meninas é muito comum observarmos uma “covinha” atrás da articulação dos ombros e nos meninos uma ausência absoluta do desenho do Deltóide Posterior (se é que este foi treinado e desenvolvido). QUEM MANDOU NÃO PROCURAREM POR UMA AVALIAÇÃO DECENTE?

A EXECUÇÃO DO SUPINO
O grande detalhe nos exercícios para membros superiores está em algo que já citei em outros artigos... TODO E QUALQUER MOVIMENTO DE MEMBROS SUPERIORES COMEÇARÁ POR UMA AÇÃO ESTÁTICA OU DINÂMICA DAS ESCÁPULAS! E afinal de contas você está fazendo o supino porque deseja desenvolver o Peitoral Maior certo? Então, porque assisto tanta gente empurrado o supino com o Serrátil Anterior (figura 8a)? Caríssimo(a)s se pretendem estimular o Peitoral Maior de verdade a primeira coisa a fazer é posicionar as Escápulas em RETRAÇÃO (figura 8b) e mantê-las assim durante toda a execução do movimento. A posição deitada no banco facilita muito essa percepção, basta estar atento (figura 8c). Ao fazer a retração das Escápulas neutralizamos qualquer depressão ou “tilt” escapular e criamos uma base ideal para que os músculos do Manguito Rotador possam fazer seu trabalho estabilizador (nem vou perder mais meu tempo falando DE NOVO sobre estes).
LEIAM IMPORTÂNCIA DO MANGUITO ROTADOR

Lembram-se da ARTROCINEMÁTICA do ombro? Não? Virgem Santa! OK, só pra lembrar! Na posição do supino durante a fase negativa o Úmero vai para baixo enquanto a articulação vai para cima na direção da cápsula anterior ! GUARDEM ISSO! A execução do exercício em si é aparentemente simples, mas o primeiro ponto a ser observado será o ângulo de abdução dos braços em relação ao tronco que NÃO deverá ser maior que 75-80 graus (figura 9) com a barra descendo aproximadamente no meio do osso Esterno. Um ângulo mais aberto que este colocará os ombros numa situação mecânica de alto risco reduzindo demais o espaço abaixo do Acrômio comprimindo os tendões que por ali passam. No ponto mais baixo da fase negativa os antebraços deverão estão formando um ângulo de 90 graus com a barra 

O ponto chave é ATÉ QUE PONTO DESCER A BARRA? TOCAR NO PEITO OU NÃO TOCAR?
Bem, observem atentamente as figuras 1a e 1b, percebem alguma diferença? Quem pensou no VOLUME DE CAIXA TORÁCICA ACERTOU! Claro que algumas pessoas, sejam meninos ou meninas possuem caixas torácicas mais largas em termos antero-posteriores, assim obviamente o trajeto angular da articulação dos ombros de alguém com uma caixa torácica rasa (como a maioria dos ectomorfos) será maior que de alguém com uma caixa torácica maior. TÁ, E DAÍ PROF? Ora, preciso explicar? MAIS UMA VEZ TUDO DEPENDE DE QUEM ESTARÁ EXECUTANDO O SUPINO! Se colocarmos como REGRA TOCAR A BARRA NO PEITO, alguém com uma caixa torácica rasa poderá ir muito além dos 135 graus normais gerando um stress completamente desnecessário e lesivo para esse. Assim sendo, temos é que observar se o indivíduo possui uma caixa torácica rasa ou larga, se possui ou não um SLIDE ANTERIOR do Úmero para determinar até que ponto este poderá fazer a fase negativa sem comprometer as estruturas articulares! CADA INDIVÍDUO TERÁ O SEU PONTO DE PARADA NA FASE NEGATIVA! SIMPLES ASSIM!

RESUMO DA ÓPERA:
MUSCULAÇÃO NÃO É RECEITA DE BOLO!

CLICK NESTE LINK PROMOÇÃO E CURTA NOSSA FAN PAGE E CONCORRA A PRÊMIOS E  BONS TREINOS E ÓTIMOS RESULTADOS. 


GRANDE OPORTUNIDADE! COMPRE SEUS SUPLEMENTO COM ÓTIMOS PREÇOS CLICK NO LINK E CONHEÇA NOSSA LOJA http://www.bodynet.com.br/parceirossuple

sábado, 18 de maio de 2013

SUAS COXAS E GLÚTEOS NÃO CRESCEM?






CLICK NESTE LINK PROMOÇÃO E CURTA NOSSA FAN PAGE E CONCORRA A PRÊMIOS E  BONS TREINOS E ÓTIMOS RESULTADOS


GRANDE OPORTUNIDADE! COMPRE SEUS SUPLEMENTO COM ÓTIMOS PREÇOS CLICK NO LINK E CONHEÇA NOSSA LOJA http://www.bodynet.com.br/parceirossuple

sexta-feira, 17 de maio de 2013

ANALISANDO O TRÍCEPS TESTA



O exercício Tríceps Testa (figura 1) está para o músculo Tríceps Braquial assim como o exercício de Agachamento está para as coxas. Ou seja, é o exercício “TOP” em termos de estimulação geral para ganho de massa e força.
Infelizmente, assim como muita gente se queixa dos joelhos quando agacha também ouço muita queixa de gente com dor nos cotovelos que teriam sido provocadas pelo TRÍCEPS TESTA! A dúvida é: SERÁ QUE O PROBLEMA É DO TRÍCEPS TESTA? A RESPOSTA É... NÃO! O problema é a NÃO observância por parte dos professores as DIFERENÇAS ANATÔMICAS ESTRUTURAIS DA ARTICULAÇÃO DO PUNHO de cada cliente e como orientar corretamente a execução de algo teoricamente TÃO SIMPLES quanto esse exercício!

A ARTICULAÇÃO DO PUNHO
A partir de posição anatômica, além dos movimentos de flexão e extensão, adução (desvio ulnar) e abdução (desvio radial) essa articulação possui ainda os movimentos de PRONAÇÃO (voltar a palma das mãos para baixo) e SUPINAÇÃO (voltar a palma das mãos para cima) e é aí que começa o problema (figura 2)! A partir da posição NEUTRA (punho na posição como se você fosse cumprimentar alguém com um “aperto de mãos”), o ângulo de pronação varia de 70 a 90 graus. ESSES 20 GRAUS A MENOS QUE ALGUMAS PESSOAS POSSUEM É QUE FAZEM TODA DIFERENÇA FINAL! Faça um teste como a figura 3 e veja se você consegue fazer a pronação total do punho! CONSEGUE? ÓTIMO! NÃO CONSEGUE? CUIDADO e continuem lendo!

PROBLEMAS E CORREÇÕES
Observem as figuras 1 e 4! Elas mostram os problemas na execução CORRETA e ERRADA do exercício Tríceps Testa. Mataram as charadas? Aposto que não, pois “aquilo” que vemos na figura 4 é exatamente o mesmo que vemos por todas as salas de musculação. Vamos por partes...

a) Na figura 4 podem observar que o executante está com os cotovelos abertos e voltados para fora (ombros em rotação interna)? Um indivíduo que NÃO POSSUA A PRONAÇÃO COMPLETA (90 graus) ao segurar uma BARRA RETA para fazer o exercício Tríceps Testa, naturalmente terá que fazer uma rotação interna na articulação dos ombros para acomodar a falta dessa pronação completa. Isto fará com que na fase negativa (descer a barra na direção da testa) os ombros rodem internamente os cotovelos se afastem da linha de força vertical (linhas A e B ). Para completar, durante a fase positiva acaba-se usando o Peitoral Maior para trazer o Úmero de volta à posição vertical, “ajudando” o Tríceps a lidar com a carga! Facers, quantas vezes já repeti que quanto mais carga conseguirmos impor à musculatura alvo, maior será o estímulo sobre essa? Assim de nada adianta tentar usar uma carga que terá que ser roubada por movimentos acessórios e DANOSOS! A articulação dos cotovelos é UNIDIRECIONAL e essa acomodação compensatória descrita acaba gerando uma força de rotação interna da ulna comprimindo o tendão do Tríceps que por ali passa. RESULTADO? TENDINITE! Muito bom, não é?

b) Lembram-se quando disse que um treinamento eficiente em termos FUNCIONAIS deve partir do tronco para os membros? Pois é, ficamos tão “focados” no Tríceps que esquecemos que toda uma postura é necessária para gerar a máxima estabilização articular e nesse caso do Tríceps Testa estamos perdendo uma ótima oportunidade de treinar isometricamente a musculatura do MANGUITO ROTADOR. VIRGEM MARIA! Agora vejo um monte de caras de espanto se perguntando... COMO ASSIM?

c) Para colocar ordem nessa zona precisamos então “pensar simples” em termos de aprendizado motor e progredir pedagogicamente o grau de dificuldade dos exercícios. Creio ter ficado claro que NÃO PODEMOS USAR MOVIMENTOS ACESSÓRIOS QUE ROUBAM CARGA DO TRÍCEPS E DANIFICAM MEUS COTOVELOS! Maravilha, então vamos começar com o correto desde o início! Primeiro de tudo... ESQUEÇAM A FRESCURA DE DEITAR NO BANCO! Quanto maior nossa superfície de estabilização melhor será! Assim pegue um colchonete, porque você vai passar a executar deitado no chão! Isso mesmo, pois assim terá uma ENORME base corporal de equilíbrio para o exercício e consequentemente conseguindo gerar um maior torque.

d) Todo mundo ao iniciar a musculação, naturalmente apresentará uma diferença de força entre um braço e o outro, assim quanto mais movimentos livres (com halteres), mas feitos BILATERALMENTE melhor, para que essa correção seja feita. Assim, o primeiro exercício Tríceps Testa será feito com halteres (figura 6) onde a posição do punho em NEUTRO naturalmente facilitará manter a linha de força vertical do movimento. Atenção agora! Os detalhes daqui para frente servirão para todos os exercícios de Tríceps. Ao se deitar para executar o exercício, pegue o par de halteres e estenda os braços rigorosamente na vertical e na largura dos ombros. Uma vez feito isso, faça uma ROTAÇÃO LATERAL do Úmero para que seus cotovelos se voltem para frente e MANTENHA ASSIM DURANTE TODA EXECUÇÃO. Viram? Não disse que iríamos treinar o Manguito Rotador isometricamente? Quem vocês acham que vai sustentar tal rotação externa? Não viram nenhuma vantagem nisso? Voltem a estudar Cinesiologia e Biomecânica da Articulação do Ombro!

e) OK! Você aprendeu como sustentar um bom alinhamento dos braços e dos cotovelos, não tem mais diferença de força entre os braços e está na hora de evoluir para o Tríceps Testa com barra! Agora que o professor atento faz diferença, pois já deverá saber se o cliente consegue fazer a pronação completa ou não! Se colocarmos um cliente que NÃO tem a pronação completa para fazer o Tríceps Testa ele naturalmente terá que fazer toda aquela acomodação compensatória que vai acabar lesando os cotovelos. Mas há anos atrás, alguém inteligentemente resolveu esse problema desenvolvendo a chamada “BARRA W”. Esta possui várias angulações e cabe ao professor observar em qual delas o cliente deverá fazer a pegada de maneira que mantenha os braços na vertical e consiga voltar os cotovelos para frente (Úmeros em rotação externa)! MAS NÃO ACABOU, NÃO! Mesmo usando a barra W, um último detalhe será decisivo para se conseguir executar corretamente o Tríceps Testa – A POSIÇÃO DOS PUNHOS! Observem com cuidado o punho nas figuras 1 e 4. Conseguiram perceber a diferença? NÃO DE NOVO? SANTO DEUS! Na figura 1 o executante está com o punho em EXTENSÃO e na figura 4 o executante está com o punho RETO. Por incrível que possa parecer ao se executar o Tríceps Testa com o punho em extensão, reduzimos o stress sobre a articulação radioulnar e sobre a Membrana Interóssea que mantém a proximidade ideal entre os ossos Rádio e Ulna que compõem o antebraço; sem falar que facilitaremos a manutenção da linha de força vertical ideal do exercício.
Por último e não menos importante, vem aquela coisa de marombeiro que “inventou” as variações de PEGADA FECHADA e ABERTA (figura 5) acreditando que com isso irá “pegar” mais aqui ou ali no Tríceps... PURA BALELA! Toda vez que se sair da largura dos ombros, tudo que se conseguirá é voltar a fazer aquela acomodação compensatória já explicada. PODEM CHIAR AGORA O QUANTO QUISEREM! ISTO É UM FATO BIOMECÂNICO e nada vai mudar na solicitação das cabeças do Tríceps! O único fator capaz de alterar alguma coisa em relação à solicitação das cabeças do Tríceps é o ângulo de flexão dos ombros durante a execução. Á medida que o ângulo de flexão dos ombros vai aumentando, maior será a solicitação da porção longa do Tríceps. PONTO!

RESUMO DA ÓPERA:
Musculação é feita de detalhes! E os detalhes é que farão a diferença final no grau de refinamento muscular desenvolvido!

CLICK NESTE LINK PROMOÇÃO E CURTA NOSSA FAN PAGE E CONCORRA A PRÊMIOS E  BONS TREINOS E ÓTIMOS RESULTADOS. 


GRANDE OPORTUNIDADE! COMPRE SEUS SUPLEMENTO COM ÓTIMOS PREÇOS CLICK NO LINK E CONHEÇA NOSSA LOJA http://www.bodynet.com.br/parceirossuple

segunda-feira, 13 de maio de 2013

PULLOVER COM HALTER – O ”LOBO EM PELE DE OVELHA”



O Pullover com Halter, tanto deitado sobre o banco quanto atravessado (fig 1 e 2) parece ser um exercício “bobinho”, simples de fazer, tipo basta descer o peso para trás e puxar de volta, pronto! Não é? SIM, SÓ QUE NÃO! Este na verdade vem se mostrando um dos maiores causadores de lesões nos ombros. Dentro das lesões mais comuns encontramos as tendinites de Supra-espinhoso, Porção Longa do Bíceps, podendo chegar a luxações da articulação do ombro! Infeliz e ignorante-mente tais lesões são atribuídas APENAS quando um excesso de carga é aplicado. O que na grande maioria das vezes NÃO É ESSA A GRANDE VERDADE! O problema de fato se encontra na BIOMECÂNICA DA EXECUÇÃO do exercício. Se você ainda não leu a hora é agora ou a SUA compreensão daqui para frente ficará comprometida, pois não vou repetir conceitos biomecânicos que já expliquei nos artigos PUXADA POR TRÁS - EXERCÍCIO PROIBIDO??
e IMPORTÂNCIA DO MANGUITO ROTADOR

FALANDO DA CINESIOLOGIA DO EXERCÍCIO
Aqui, de cara encontro um erro grotesco em quem está fazendo o que e quando! Ao analisarmos cinesiologicamente um exercício, o fazemos a partir de sua AÇÃO CONCÊNTRICA (ou fase positiva, quando vencemos a resistência aplicada). Na OSTEO-CINEMÁTICA em si, portanto, teremos uma EXTENSÃO DO ÚMERO e uma ROTAÇÃO INFERIOR E ADUÇÃO DAS ESCÁPULAS. Vamos às ações musculares:

Na EXTENSÃO DO ÚMERO
- Peitoral Maior porção esternal e Grande Dorsal (motores principais)
- Infraespinhoso, Redondo Menor e Subescapular (parte do Manguito Rotador)
- Delóide Posterior, Redondo Maior e Porção Longa do Tríceps
Na ROTAÇÃO INFERIOR E ADUÇÃO DAS ESCÁPULAS
- Rombóides Maior e Menor

AGORA VEJO UM MONTE DE PROFESSORES GRITANDO... PERA AÍ PROF, E O SERRÁTIL ANTERIOR? Ah é? Explique-me VOCÊ como é possível um músculo que tem como AÇÕES a protração e a ROTAÇÃO SUPERIOR das Escápulas participar DESSA ação concêntrica! IMPOSSÍVEL, MEUS CAROS! SÃO AÇÕES ANTAGÔNICAS. Não disse que havia um erro grotesco acontecendo por aí? Bom, mas a única explicação que encontro para tal é que um dia, alguém tenha feito a análise cinesiológica do PULLOVER QUEBRADO COM BARRA (figura 6) e a transferiu SEM PENSAR para todos os demais tipos de PULLOVER! No Pullover Quebrado com Barra, onde na posição incial a barra ao ser arrancada do peito numa ação concêntrica de flexão do Úmero, o Serrátil Anterior participaria sim como rotador superior das Escápulas, mas somente até o úmero atingir os 90° de flexão, pois daí em diante teremos uma ação excêntrica ou negativa da extensão do úmero! E NADA MAIS!

A RAIZ DO PROBLEMA
Observem as ilustrações 3 e 4! ENTENDERAM O PROBLEMA POR QUE O PULLOVER GERA TANTA LESÃO? NÃO?!?!?! Pois é, como diz a Dra. Sahrmann... “Os olhos só enxergam o que o cérebro treinado conhece”. Vamos à figura 5 que nos mostra algumas estruturas que precisamos ter em mente. Nela podemos ver o trajeto dos tendões do Supra-espinhoso e da porção longa do Bíceps, que passam por cima da cabeça do Úmero logo abaixo do Acrômio (essa ponta óssea que você consegue apalpar na extremidade de seus ombros). Esse espaço é muito pequeno protegido pela BURSA SUBACROMIAL (esta é uma pequena bolsa cheia de líquido sinovial e tem como função reduzir o atrito entre os tendões que por ali passam e o acrômio). Neste exercício, especialmente os músculos Subescapular, Infraespinhoso e Redondo Menor (que fazem parte do MANGUITO ROTADOR) DEVERIAM desempenhar um importante papel na manutenção da cabeça do Úmero afastada do Acrômio, caso estivessem numa POSIÇÃO MECÂNICA IDEAL PARA TAL.
O problema está NA ROTAÇÃO INTERNA DO ÚMERO com que muita gente, senão a maioria executa o Pullover! Voltem e olhem de novo as figuras 3 e 4 e verão que os cotovelos estão voltados para fora ou seja, o Úmero está em rotação interna! Quando permitimos a rotação interna do Úmero, o TUBÉRCULO MAIOR (fig. 5) se VOLTA PARA FRENTE, o que até aí tudo bem, né? NÃO DE NOVO! Para que essa rotação interna do úmero aconteça, as escápulas também terão que rodar mais superiormente e isso acaba por aproximar a origem da inserção dos músculos Subescapular (que deveria tracionar a cabeça do Úmero para trás), do Infraespinhal e do Redondo Menor (que deveriam puxar a cabeça do Úmero para baixo), mas que por essa situação mecânica ficam com suas ações reduzidas. ATENÇÃO QUE NÃO FALEI DO MOVIMENTO DE “TILT” (inclinação) ANTERIOR DA ESCÁPULA, PORQUE ESSE NÃO PODE ACONTECER DE FORMA ALGUMA!
RESULTADO DISSO TUDO? Temos como movimento ARTROCINEMÁTICO FINAL a cabeça do Úmero sendo projetada para frente na direção da cápsula articular e para cima na direção do acrômio e os tendões do Supraespinhoso e Porção Longa do Bíceps são ATRITADOS contra essas estruturas e pelo movimento repetitivo acabam sendo irritados e inflamados formando uma bela TENDINITE!
Mas não acabou não! Tem gente que consegue fazer ainda pior! É muito comum observarmos o excesso de amplitude do movimento, onde chegam ao ponto onde não há mais ação muscular sustentando o movimento por tanto alongamento dinâmico dos músculos envolvidos e a estabilização fica apenas por conta da cápsula articular e ligamentos dos ombros tornando a articulação mais instável ainda, chegando a luxar a cabeça do Úmero!

SOLUÇÃO DO PROBLEMA
SIMPLES! Mantenha os cotovelos apontados para frente (rotação externa) como na figura 7, durante a fase negativa e positiva. Isso além de permitir uma maior ação dos músculos estabilizadores do Manguito Rotador. Essa rotação externa ainda trará um benefício extra; aumentando a capacidade de torque tanto do Peitoral Maior quanto do Grande Dorsal que são rotadores internos e dessa forma tornando o exercício muito mais eficiente na estimulação desses músculos motores principais!

CLICK NESTE LINK PROMOÇÃO E CURTA NOSSA FAN PAGE E CONCORRA A PRÊMIOS E  BONS TREINOS E ÓTIMOS RESULTADOS. 


GRANDE OPORTUNIDADE! COMPRE SEUS SUPLEMENTO COM ÓTIMOS PREÇOS CLICK NO LINK E CONHEÇA NOSSA LOJA http://www.bodynet.com.br/parceirossuplev

quinta-feira, 9 de maio de 2013

MÉTODO DAS 100 REPETIÇÕES – A FRONTEIRA FINAL! PARTE II (O GUIA PRÁTICO)


O Método das 100 Reps é o sistema de treinamento mais desafiador que já foi planejado e que tive o “prazer” de experimentar, observar sendo feito e aplicar em atletas. Infelizmente, contudo, todo o seu potencial para o treinamento físico raramente é alcançado. Consigo citar 4 razões de imediato para isso, como:
1- A maioria dos atletas nos dias de hoje o desconhece. 
2- Os atletas que o conhecem, geralmente não sabem como utiliza-lo. 
3- O método é tão fora do convencional em sua estrutura e conceito que preferem acreditar que não funciona antes de comprovar sua eficácia
4- Pela inacreditavelmente intensa experiência tanto física quanto mental que este proporciona.

Como já foi explicado anteriormente, este envolve a execução de uma série de 100 repetições para cada exercício. Este método é uma experiência de devastação emocional que muda a percepção do atleta sobre seu limiar de dor; tendo sido desenvolvido a princípio para atletas de esportes de contato (jogadores de futebol americano e lutadores livres). As mudanças totais na densidade muscular, melhora da velocidade e agilidade e reabilitação de lesões, combinado com os benefícios psicológicos, eram o ideal para a primeira parte do período preparatório de treinamento.

O sistema original das 100 repetições era e permanece particularmente desenhado para atletas de esportes de contato que precisam combinar um padrão de comportamento e agressividade com sua força e flexibilidade. Mas para fisiculturistas e atletas de outros esportes, as cargas elevadas (sim, se realmente tentar, você eventualmente usará algumas cargas elevadíssimas para as 100 repetições, especialmente de usar apenas o suficiente para completar 70 repetições sem pausa) e movimentos semibalísticos parecem entrar em choque com os fundamentos filosóficos do treinamento da musculação. Além disso, o trauma psicológico provocado por este método às vezes parece inadequado para o treinamento físico e podendo ser contraproducente, pois pode causar uma severa e definitiva "ACADEMIOFOBIA".

O "FÍSICO DAS 100"
Os créditos da adaptação do Método das 100 Reps, para o treinamento do fisiculturismo deve-se a atletas pouco lembrados, mas campeões como Diana Dennis, Rory Leidelmeyer e Tom Touchstone que juntamente com James Yasenchock, Lori Domhoff, contribuiram para o chamado "físico das 100".
Estas modificações especificamente designadas ao fisiculturismo aumentaram amplamente a especificidade e efetividade do método das cem repetições para o treinamento físico integral.

SELEÇÃO DE EXERCÍCIOS E ORGANIZAÇÃO SEMANAL
Quando se inicia com as "100" é muito difícil completar o treinamento de um determinado grupo muscular com um exercício após o outro sem que se esteja completamente exausto. Para evitar isto você pode alternar os exercícios entre agonistas e antagonistas. Após cinco semanas, use a sequência que o permita treinar um grupo muscular completamente sem interrupção (veja exemplos abaixo de sequências agonista/antagonista e convencional).
Cuidado com a sequência que você escolher; selecione os exercícios e os coloque em ordem de modo a usar os maiores grupos muscular em primeiro lugar na semana, enquanto as reservas de energia estão em alta. Outra consideração a fazer quando da organização da lista de exercícios é quanto ao conceito dos chamados "músculos limitantes". Músculos limitantes são aqueles que quando fatigados limitam outro grupo muscular de ser trabalhado efetivamente. O tríceps braquial é um músculo limitante dos movimentos de empurrar como os desenvolvimentos e supinos, paravertebrais são limitantes do agachamento e remadas. Por isso também os músculos limitantes devem ser trabalhados, isoladamente, por último na semana de trabalho.
Listados abaixo estão exemplos de exercícios de forma agonista/antagonista e convencional. O peitoral e as costas aparecem em primeiro lugar na semana em relação aos ombros, tríceps e bíceps que seriam músculos limitantes para execução destes. Observe que a Remada no pulley baixo vem listada por último na sequência de dorsais, exatamente para que se chegue nesse exercício com os dorsais fadigados e não se consiga usar uma carga elevada o que sobrecarregaria os paravertebrais que são limitantes do treino de pernas a ser feito no dia seguinte e chegar com estes muito cansados poderá ser um fator de ocorrência de uma lesão de lombar.
O formato do programa apresentado, ou como os grupos musculares são trabalhados em seus respectivos dias, também são reflexo da necessidade se maximizar a restauração pós-esforço. O formato ideal é aquele que os músculos secundários trabalhados no Dia 1 (ombros, tríceps e bíceps) tenham 48 horas de descanso antes de serem trabalhados isoladamente em outro dia. O formato de três dias de treino por um dia de descanso (3x1 modificado – descansando sábados e domingos), listado abaixo é um exemplo de formato visando maximizar a restauração:

DIA 1 - PEITO / COSTAS,
DIA 2 - QUADRÍCEPS / ÍSQUIOTIBIAIS / PANTURRILHAS,
DIA 3 - OMBROS / TRÍCEPS / BÍCEPS,
DIA 4 - DESCANSO.

DIA #1 – PEITO e COSTAS
EXEMPO DE SEQUÊNCIA AGONISTA/ANTAGONISTA
1) Supino inclinado no Smith Machine
2) Puxada aberta pela frente
3) Supino com halteres
4) Puxada média supinada
5) Supino declinado máquina
6) Puxada "V"
7) Voador
8 ) Remada baixa "V"

EXEMPLO DE SEQUÊNCIA CONVENCIONAL
1) Supino inclinado no Smith Machine
2) Supino com halteres
3) Supino declinado máquina
4) Voador
5) Puxada aberta pela frente
6) Puxada média supinada
7) Puxada "V"
8 ) Remada baixa "V"

DIA #2 - QUADRÍCEPS / ÍSQUIO-TIBIAIS / PANTURRILHAS
1) Agachamento no Smith Machine 
2) Flexão de joelhos
3) Leg Press
3) Levantamento terra esticado (STIFF)
4) Hach Machine
5) Flexão de joelhos de pé
6) Extensão de joelhos
7) Panturrilha de pé
8 ) Panturrilha na cadeira

DIA #3 - OMBROS / TRÍCEPS / BÍCEPS
1) Desenvolvimento pela frente máquina
2) Elevação lateral dos braços
3) Crucifixo inverso
4) Remada em pé
5) Tríceps testa
6) Tríceps pulley
7) Bíceps direta sentado c/ halteres
8 ) Bíceps scott

DIA 4 - DESCANSO.

Observações:
a) A lista acima é apresentada apenas à título de ilustração geral de como se pode organizar os exercícios. 
b) A quantidade de exercícios por grupo muscular que se pode fazer dependerá do grau de treinamento individual e são pouquíssimos os verdadeiros atletas que conseguem chegar a fazer 4 exercícios para grandes grupos e mais do que 2 exercícios para tríceps e bíceps após treinar os ombros como mostrado.
c) A seleção dependerá do padrão de desenvolvimento muscular individual de maneira que a maioria dos ângulos articulares seja abrangida e numa ordem que seja confortável. 
d) Não se esqueçam que a ideia principal do programa é a de executar 100 repetições consecutivas para cada exercício de sua lista.

A MECÂNICA DA SÉRIE
Várias mudanças foram incorporadas ao treinamento das 100 repetições desde que este foi elaborado. Algumas foram feitas para torna-lo mais seguro, outras para torna-lo mais eficiente, outras para torna-lo mais viável. A mecânica da série é uma das áreas que mais sofrem mudanças para que fosse aumentada a especificidade para o treinamento físico. No programa original das 100 repetições, o aumento padrão de carga para cada grupo muscular era proporcionalmente alto: 25kg no leg press, 20kg no agachamento, 5kg na flexão das pernas, 2,5kg na flexão das penas de pé, 5kg no supino, 5kg nas puxadas e remadas, 2,5kg nas roscas bíceps e tríceps e movimentos livres com halteres.
Tom Touchstone foi o primeiro a abaixar o aumento padrão de cargas em cada exercício. A regra para o aumento no "físico das 100" é simples e mais eficiente para o fisiculturismo. Após ter alcançado as 100 repetições consecutivas, você eleva a carga no menor montante possível. Isto significa 1kg nas roscas tríceps e bíceps e movimentos com halteres, 2,5kg nos supinos, puxadas, remadas, flexão e extensão das pernas, 5kg no agachamento e no smith machine, e 10kg no leg press e hack machine. 
Não se assuste com as máquinas onde o aumento em quilos de uma placa para outra seja muito alto, basta simplesmente você colocar um halter ou anilha sobre esta para que consiga uma carga intermediária. O aumento de carga prematuro ou excessivo irá não somente diminuir sua performance como também limitar sua habilidade muscular de adaptação e o esgotará mentalmente. Lembre-se sempre que, alcançar as 100 repetições com boa forma de execução e amplitude é mais importante do que aumentar a carga.
No tocante a forma de execução dos exercícios, à Rory Leidelmeyer é creditado o aumento da amplitude dos todos os exercícios e eliminar os movimentos balísticos (mesmo mantendo um ritmo de execução de 1:1), desta maneira limitando a resistência ao ventre muscular a ser trabalhado e não sobre os tendões.

REPETIÇÕES POR SÉRIE
A maior diferença entre o "físico das cem" e o "desafio das cem" (método original) está no número das repetições. Apesar de usarmos o número 100 para descrever o conceito do exercício, na realidade, as repetições que você procura atingir sem interrupções nas duas abordagens são diferentes.
No método "desafio das cem", durante os primeiros dias de treino antes da primeira pausa semanal, você utiliza cargas relativamente leves de maneira que você consiga atingir as cem repetições sem maiores problemas, mas ao recomeçar o ciclo você deve aumentar as cargas de maneira que provoque o fracasso total muscular em torno da 70a repetição (é claro que deve ser entendido que o fracasso total muscular é consequência da fadiga metabólica contráctil e não simplesmente interromper a série devido a dor). Ao atingir a fadiga você descansa aproximadamente 1 segundo para cada repetição restante para as 100. Este processo pode ser repetido até que se alcancem as 100 repetições, mesmo que para isso você tenha que fazer de 4 a 5 pequenos intervalos.
No "físico das cem" a meta de todo o programa é atingir as 100 repetições em todas as séries sem pausa. Obviamente isto nem sempre é possível ou normalmente não é possível quando você eleva suas cargas pela primeira vez. Contudo atingir as 100 repetições sem descanso é o principal objetivo. E apesar disto parecer não ter a menor diferença, isto traz enormes implicações não só psicológicas, mas também físicas e fisiológicas. Qualquer que seja o método que você empregue, o nível de esforço e intensidade deve ser o mesmo - MÁXIMO. 
Ocasionalmente, você pode chegar à academia não se sentindo apto para um treinamento total (de máxima intensidade), então é melhor que você reduza as suas cargas a fim de tornar seu treino um pouco mais fácil ou então desistir dele e voltar no dia seguinte. É de suma importância que você não force demais seu organismo se você não estiver realmente pronto para isto. Você deve estar apto a suportar o treinamento das 100 repetições por um período de 6 a 8 semanas afim de obter todos os benefícios deste método. Portanto, não se "queime" por ser extremamente "Caxias", afinal de contas Roma não foi construída em um dia.

O DIÁRIO DE TREINAMENTO
Suas anotações num diário de treinamento são muito importante e não devem ser superficiais. Mantenha em dia a data, o dia do treino (dia 1, 2 ,3), lista de exercícios (incluindo qualquer mudança ou substituição), horário (início e fim), cargas, técnicas especiais empregadas, e número de repetições alcançadas até a fadiga.

Abaixo segue um exemplo, em linhas gerais, de como manter um diário:
* 06/05/2013 – SEGUNDA-FEIRA - DIA 1. PESO CORPORAL= 100kg
INÍCIO- 10:30h
1- SUPINO- 50kg / 75+25 (M)
2- PUXADA ABERTA PELA FRENTE- 60kg / 100 (65kg)
3- SUPINO INCLINADO NO SMITH MACHINE- 45kg / 85+15 (M)
4- PUXADA "V"- 45kg / 90+10 (M)
5- VOADOR- 35kg / 88+ 12 (M)
6- REMADA BAIXA "V" – 50kg / 100R (45kg)
TÉRMINO -11:45h - CONSEGUI UM PUMP MONSTRO; SHAKE PÓS-TREINO; TÔ MORTO! E SUPER BEM!!

Repare que no Supino, o indivíduo, usou 50kg, consegui atingir 75 repetições até a fadiga, portanto não elevará a carga para o próximo treino (note a letra "M" entre parênteses que significa MANTER), descansou por 25 segundos e conseguiu completar as 25 repetições restantes (um segundo para cada repetição até as 100, lembra-se?).
Na Puxada aberta pela frente usou 60kg e completou as 100, então no próximo treino elevar a carga em 5kg (65kg). Na Remada Baixa "V" usou 50kg completou as 100 e a letra “R” após o número 100, significa que teve que "roubar", então no próximo treino reduzir a carga em 5kg (45kg) para tentar 100 repetições perfeitas.

ALIMENTAÇÃO
ACREDITEM! Durante o Método das 100 Reps, o nutricionista esportivo deverá ser “SEU AMIGO INSEPARÁVEL”, caso não queria entrar num catabolismo gigantesco e desenvolver um quadro extremamente agudo de OVERTRAINING.
Uma dica: Como em qualquer tipo de treinamento, especialmente no das 100, beba água em abundância; antes, durante e especialmente depois de treinar. SEM EXEÇÕES!! 

TRANSIÇÕES E PERIODIZAÇÃO
Após aproximadamente 6 - 8 semanas treinando em 100 repetições, você estará pronto para a mudança. Contudo, antes de você mergulhar num ciclo "peso-pesado", você precisará readaptar suas articulações, tendões, etc, à utilização cargas elevadas. Este processo de readaptação, que leva de 3-4 semanas. Uma boa opção para este momento seria utilizar o Método em Pirâmide de Cargas Crescentes, para 15/12/10/8 repetições com 60 segundos de descanso entre séries e exercícios, mas levando cada série à falha completa da fase. Terminado o período de transição uma boa opção agora seria utilizar o Método MAX-OT para aquisição da máxima força durante 8 semanas e fechando com um ciclo de máxima hipertrofia usando o Método 6/20 por mais 8 semanas. Assim você fechará um Macrociclo de 28 semanas de TREINAMENTO DE VERDADE! OS MÉTODOS CITADOS PODEM SER ENCONTRADOS EM MINHA PÁGINA DO B.O.P.E.

ALGUNS TRUQUES
Lembram-se que falei sobre dissociação da dor? Pois é, o iPOD com uma playlist de HEAVY METAL pega muito bem nessa hora. A presença de um parceiro de treino motivado e que não seja um mero contador de repetições também pode ser de grande valia em manter a adrenalina alta para suportar a dor. Caso não haja ninguém para auxiliar na contagem contar até 100 pode ser altamente entediante e desmotivador, assim use o padrão de contagem de 35-35-30 de repetições. Entretanto, o fundamental é manter o DIÁRIO DE TREINO, controle é tudo nessa hora, anote TUDO!
CLICK NESTE LINK PROMOÇÃO E CURTA NOSSA FAN PAGE E CONCORRA A PRÊMIOS E  BONS TREINOS E ÓTIMOS RESULTADOS. 


GRANDE OPORTUNIDADE! COMPRE SEUS SUPLEMENTO COM ÓTIMOS PREÇOS CLICK NO LINK E CONHEÇA NOSSA LOJA http://www.bodynet.com.br/parceirossuple